Sexta-feira, Março 16, 2012
Parada Obrigatória: Otto Café Bar
Foi durante um happy hour entre amigas em um tradicional restaurante de Joinville que reparei aquele novo estabelecimento, logo ali, do outro lado da rua. Sua fachada um tanto quanto discreta despertou meu interesse em conhecer aquele lugar que mesmo avistado de longe me passava um clima aconchegante.
Qual não foi a minha surpresa ao descobrir que o Otto Café Bar estava aberto há três meses e eu não havia reparado. Um grande desperdício de tempo em minha vida. O ambiente, planejado com muito zelo pelos proprietários, anunciado em 2008 em um jornal da cidade e inaugurado em dezembro de 2011, remonta a ideia de bistrôs franceses da década de 1930. Tanto na arquitetura quanto nas peças decorativas, adquiridas nos mais diversos países pelos quais os sócios visitaram buscando a inspiração necessária para inaugurar o estabelecimento. Mas não se deixe enganar, ali dentro existe sim atualidade pulsante.
De quartas a sábados um DJ embala as conversas de amigos, o jantar românticos de casais ou os cafés de negócios. Nada de baladas agressivas ou música que não condiz com o ambiente, por vezes você se pega parando a conversa para verificar se não apareceu um cantor para fazer um showzinho acústico. O estabelecimento, aberto todos os dias a partir das 18 horas te transporta para um imaginário digno de filmes de Wood Allen. Uma delícia.
Deliciosos também são os pratos. Uma mescla de comida brasileira, frutos do mar, pequenos lanches, o que não falta são opções. E o atendimento, impecável, não te pressiona para pedir logo um novo prato e definitivamente não dá impressão que você precisa terminar de comer e ir embora, muito pelo contrário, faz você se sentir em casa, não ver a hora passar e dá vontade de ficar por ali para sempre.
Para quem não é de Joinville, fica o convite, venha para a cidade da dança e conheça. Para quem é, não perca tempo, a entrada custa apenas R$5 e o estacionamento, ao lado é por conta da casa.
:: por Leila Vieira :: 4:53 PM ::
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Quinta-feira, Março 15, 2012
Destino: Punta Cana – República Dominicana
Se fosse pesquisar em uma de minhas listas antigas de lugares para visitar antes de morrer certamente eu não encontraria um dos lugares mais maravilhosos e paradisíacos que conheci esse ano. Punta Cana.
Localizado na República Dominicana, os únicos comentários que chegaram a meus ouvidos a respeito do lugar eram no melhor estilo “ótimo lugar para se passar uma Lua de Mel”, então, é de se imaginar por que a minha vontade de visitar PC não fosse assim tão grande.
Mas claro, a exploração turística por lá é um tanto quanto recente e apesar de ter praias tão lindas quanto Cancun, a fama não é a mesma. Ainda. Para colaborar com a preservação do local, no Aeroporto você deve pagar uma taxa de $10 (dólares americanos) para entrar na região. Quer dizer, você paga ser for brasileiro. Uruguaios, chilenos, argentinos, japoneses e mais um punhado de nacionalidades que eu já esqueci, não pagam. É o brasileiro sendo explorado em todos os cantos. Levem câmbio.
Na companhia de meus pais e um grupo de viagens eu parti assim, com roupinhas de praia e sem muita esperança de diversão. Engraçado, me enganei feio, e que falta fez um par de saltos altos ao entrar em uma das baladas mais interessantes que eu já frequentei na vida, dentro de uma caverna!
Chegarei nesse ponto mais adiante. Vamos começar do começo. A empolgação da viagem começa a tomar conta quando você desembarca no Aeroporto Internacional de Punta Cana e não é pelo clima aconchegante que te envolve assim que você desce da aeronave e sim pela arquitetura do lugar. Não precisa ser um grande profissional da Engenharia Civil ou da Arquitetura para sacar, o prédio é completamente sustentável. Semelhante a uma choupana – uma choupana gigantesca, no caso – ele é foi projetado com madeira e palha, é totalmente aberto, fresco e possui formas de energia sustentável. Como sou jornalista, e não expert no assunto, deixarei essa pesquisa para meus amigos da área se aprofundarem melhor.
Chegando ao hotel é possível perceber a alegria e hospitalidade com que o povo dominicano, e por vezes muitos haitianos, trabalham. Sempre com um sorriso no rosto, uma piadinha sobre o Brasil ou uma afirmação clichê para fazer “no Brasil só tem mulher bonita”, eles fazem da estadia um show a parte. E claro, o mar. Independente das mil histórias que escutei “esse seu hotel não fica em Punta Cana mesmo”, “o mar aqui é Oceano Atlântico, o mar Caribenho é só em outra parte do país”, não importava. A areia fina e branca e a água cor de esmeralda foram de encher os olhos. A vontade recorrente era de sentar em uma espreguiçadeira e ficar lá contemplando a paisagem para sempre, sem precisar se mexer, ou só virar de costas para igualar o bronze.
Porém a força de vontade foi maior, e com o pacote fechado para visitar a Ilha Saona, essa sim, banhada pelo mar Caribenho, lá fomos nós. O passeio é uma delícia. Chegando ao Parque Nacional del Este você embarca em uma lancha e viaja por uns vinte minutos, até que a embarcação para, ainda no meio do mar, e o guia manda você se jogar na água. E daí você pensa: o resto do trajeto vai ser a nado? Que nada! Ali está uma MA-RA-VI-LHO-AS piscina natural para você acompanhar os peixinhos, ver estrelas do mar vivas e se chafurdar na água salgada.
Voltando a lancha, passados 10 minutos você chega a um lugar digno de filme. Alias, reza a lenda que foi nessa ilha que gravaram o filme A Lagoa Azul, mas segundo boatos, todo lugar que te levam na Republica Dominicana eles dizem a mesma coisa, e pela falta de ondas na praia onde passamos o dia, eu duvido muito que foi ali que o Richard e Emmeline viveram uma linda história de amor. E daí você chega em casa, faz uma busca rápida e descobre que na verdade o filme foi gravado em Fiji. (RISOS PERDIDOS)
O passeio, de dia inteiro, serve apenas para fazer o que se faz de melhor na Republica Dominicana, comer e pegar sol. Na ilha não existe atração nenhuma além da areia fina e branca e do mar caribenho – com água quente, bem salgadinha e com muitas pedras. Mas vale a pena. Alias, cada segundo em Punta Cana é muito bem aproveitado.
O destino final desse passeio de quatro dias foi uma balada. Acompanhada de uma amiga brasileira do grupo, e um contingente do exército brasileiro, em sua semana de folga durante a Missão de Paz no Haiti, fomos parar em um lugar chamado Imagine... Nome sugestivo, você pensa, mais sugestivo ainda, e inusitado, é o lugar onde a balada foi implantada. Dentro de uma caverna. (http://imaginepuntacana.com/)
Com dois ambientes e funcionários vestidos com as roupas mais estranhas possíveis – o que mais me marcou foi o moço afrodescendente vestido apenas com uma sunga de couro, coturnos e com algemas penduradas pela cintura – o lugar funciona da seguinte forma: o turista pode escolher entre dois pacotes, o primeiro, para uma noite apenas, dá direito a transfer do hotel para a balada e da balada para o hotel, e um drink durante a noite, enquanto o segundo pacote além do transfer dá direito a entrada durante cinco dias e você pode escolher em qual data vai querer usufruir de Open Bar. Ah uma balada dessa aqui no Brasil, não? Levei o azar de ir em um domingo, no dia seguinte a uma das melhores festas que agitaram o litoral dominicano; tocou música caribenha quase a noite inteira e a balada não encheu, mas valeu cada segundo mesmo assim.
O balanço geral dessa viagem foi: muitos novos amigos, algumas histórias para contar, ego inflado na milésima potência, um bronze fuleiro que desbotou em dois dias na Cidade do México – onde era inverno, e fotos dignas de papel de parede do Windows. Recomendo, mesmo que você não esteja em Lua de Mel.
:: por Leila Vieira :: 11:33 AM ::
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Segunda-feira, Março 05, 2012
Um bom ano
Engraçado pensar que eu passei grande parte da minha vida depositando à tão esperada “felicidade” em alguém que nunca chegaria. Os romances vieram e se foram, os namorados não duraram muito tempo ao meu lado, mas os amigos, ah, esses permaneceram. Aguentaram minhas crises de identidade com bravura, meus ataques de histeria, meus “não deveria ter nascido” com muitos facepalms, mas continuaram ali, com as frases clichês a me consolar. Talvez tivessem pestanejado, falado mal pelas costas ou desabafado na minha cara, mas continuaram.
Eu nunca dei muito valor para uma noite cantando Livin’ on a prayer, uma partida de sinuca, um full house no poker ou até mesmo uma tarde de piscina, mas nesse fim de semana que passou tudo mudou.
Desde janeiro venho pregando o mantra: “2012 vai ser um bom ano”, e bom, ele já está sendo. Em primeiro lugar pelos amigos, que, mais heróis que os BBBs do Pedro Bial, enfrentam minhas crises de identidade, em segundo lugar, pelas oportunidades da vida, que até março já foram tantas e finalmente por ter percebido que passei a vida inteira odiando uma cidade que não merecia meu desprezo. Nesses últimos tempos, ludibriada por uma convenção amplamente vendida pelos filmes hollywoodianos, eu ignorei o que de bom tinha a minha volta, enquanto esperava o amor. Chorei antes de dormir ao invés de sair para um boteco qualquer, passei tardes olhando para o portão enquanto poderia estar tomando um sorvete, me lamentei na porta do cinema quando o vendedor dos ingressos tentava sensualizar comigo. E esses meus belos olhos azuis estavam tão cegos.
Pareço ter acordado para a vida agora, é tudo tão diferente, tão azul, tão colorido. É como se de uma hora para a outra as coisas fizessem sentido, e a minha jornada do herói, de querer tão desesperadamente deixar de ser sozinha, tivesse encontrado um sentido, tivesse obtido uma resposta. Nunca estive sozinha, nunca estarei. Presentes, ausentes, online, off-line, nos Estados Unidos ou na PQP. Mesmo com esse meu jeito meio torto de ver a vida acabei por conquistar as pessoas pelo coração, conquistei irmãos de alma, parceiros de risadas para todo o sempre. Conquistei o que sempre quis, mas que nunca percebi que já estava ao meu lado. E de certa forma, venci a solidão.
:: por Leila Vieira :: 11:44 AM ::
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Domingo, Janeiro 29, 2012
Maneiras misteriosas
É engraçado, mas o impossível sempre parece ser mais interessante. Quando te dizem um não é aí que o desafio acaba por ser aceito, e na minha vida de novela mexicana, não seria diferente, não é mesmo?
Eu prometi a mim mesma que 2012 seria diferente, e de certa forma, já está sendo. Frequentar a academia regularmente não é tão difícil assim e diminuir os comentários depressivos no Facebook foi fácil. Mas o coração, ah, esse idiota continua o mesmo. A tal meta parar de ver comédias românticas e viver uma pode até ter sido de certa forma “cumprida”, mas eu não deveria ter escrito essa meta para começar.
Entendam o que eu digo. Em uma comédia romântica tudo dá errado até que o casal, no fim, percebe que foram feitos um para o outro, não é mesmo? Acontece que em todos os meus muitos (cof, cof) relacionamentos até hoje a parte do “felizes” nunca chegou. Idas e vindas, discussões acaloradas, e no fim, tudo se torna uma bela amizade e eu continuo ali, vendo as pessoas vivendo relacionamento saudáveis. Eu sou a amiga de todos, a menina dos bons conselhos. Quando alguém vive um drama prontamente se vira para a Leila para descobrir o melhor caminho a seguir, e honestamente? Eu tenho os melhores conselhos do sul do mundo para todos os tipos de situação, mas incrivelmente quando se trata da minha vida, eles nunca se aplicam, ou melhor, eu nunca me pergunto o que eu devo fazer.
Então, agindo impulsivamente, quebrando todas minhas metas e sendo a Leila de sempre eu fiz o que não deveria nunca ter feito, me apaixonei pela pessoa errada – e como diria o pagode, ninguém sabe o quanto eu estou sofrendo. Ok, mentira, não estou sofrendo, mas eu não resisto ao drama, desculpem-me leitores.
Apaixonei-me pelo inapaixonável (mania de criar palavras, desculpa gramática) e simplesmente não sei como agir. Fugir? Encarar? Viver o casual sabendo que é uma grande mentira e que eu estou apenas me enganando? Não sei, vocês decidem.
Brincadeira, ninguém decide. Esse post pode não ser conclusivo, mas eu necessitava de um momento de reflexão. A vida é feita de escolhas e eu nunca soube fazer as minhas, em momentos assim, eu sento, discorro sobre a história com minhas melhores amigas e amigos, peço a opinião, faço tudo ao contrário do que me disseram para fazer (inclua ai milhões de mensagens enviadas, as quais eu me arrependo até hoje) e depois choro. Mas eu não quero chorar, alias, não vou chorar. Vinte e quatro anos de vida, está mais do que na hora de seguir adiante com a cabeça erguida, acredito. Mas se eu vou conseguir mesmo lidar com esses sentimentos assim, só meu travesseiro saberá. A vida é feita de mancadas e talvez sejam esses erros que acabem levando você para o caminho certo, não é? Às vezes eu me pergunto se a pessoa certa está mesmo vindo na minha direção, ou se eu estou me iludindo tanto que não consigo perceber que “o amor pode estar do seu lado” (ok, parei com a citação de músicas toscas), não sei, tudo que eu sei, é que nessas horas eu sento, abro o Word, escrevo, posto no blog e fico aguardando pelos comentários de “força Leila”, “tudo vai dar certo um dia” ou simplesmente “vai beber sua monga”, agora sim, é com vocês, por favor, comentem, eu já tive sofrimento o suficiente percebendo que estou apaixonada por alguém que nunca vai me perceber (pelo menos estou esquecendo o ex, é um grande passo pra 2012, não?). Não sei o que fazer, e também não sei como agir, mesmo assim 2012 vai ser awesome, right? Eu preciso acreditar que sim.
:: por Leila Vieira :: 9:01 PM ::
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Sexta-feira, Dezembro 23, 2011
APROVEITANDO AS FÉRIAS PERTO DE CASA
Você não precisa ir muito longe para ter a diversão garantida neste fim de ano
Texto: Leila Vieira
Você já parou para pensar que vive em uma região de litoral privilegiado? Que apenas alguns quilômetros de distância te separam de praias que por vezes são comparadas as belezas nordestinas? Será que você está aproveitando todas essas opções disponíveis ao seu alcance? Se a sua resposta for não, nós temos a solução.
Saindo de Joinville você não precisa ir muito longe para encontrar paisagens de tirar o fôlego ou encontrar um recanto de sossego. Aos que não abrem mão de passar suas noites bem dormidas no conforto de sua casa existem as opções para passar o dia, como as belas praias de São Francisco do Sul. A Praia do Ervino, por exemplo, é o lugar ideal àqueles que gostam da pescaria e não querem enfrentar praias lotadas. Quem possui barco e veleja aos fins de semana tem em Balneário Barra do Sul o ponto principal, na lagoa, para ir de encontro as águas. Já os espíritos jovens que querem tomar uma cervejinha e curtir a badalação do verão bem perto de casa, encontram na Prainha o lugar ideal para passar um dia de sol.
“São Francisco do Sul é ideal para banhos de mar, surfe, pesca e turismo cultural e histórico. É a cidade mais antiga de Santa Catarina e apresenta um riquíssimo patrimônio histórico preservado. O centro histórico abriga um conjunto de 150 casas tombadas pelo Patrimônio Histórico da União e oferecem ao turista mais do que um passeio, um resgate da história do Brasil”, ressalta a turismóloga Morgana Rau.
Se você prefere ficar longe dos congestionamentos e opta sempre por vias duplicadas, um pouco mais ao sul Santa Catarina tem grandes opções: Barra Velha, Balneário Piçarras, Penha, Balneário Camboriú e Itapema, que agradam a gregos e troianos no sentido badalação x sossego.
A primeira parada, Barra Velha, se tornou o ponto principal para compras nos últimos anos com a abertura da Havan. A estátua símbolo da marca também oferece uma vista privilegiada do litoral aos viajantes que resolverem fazer uma pequena parada no novo ponto turístico da cidade. Apesar do mar ser um pouco mais revolto nessa parte do estado, as vistas são tão estonteantes quanto a de outras praias e vale a pena o passeio.
Mais alguns quilômetros a frente está Balneário Piçarras que alia a diversão noturna da tradicional casa Bali Hai, aos encantos de uma cidade praiana que ainda está em crescimento. Tanto os amantes do sossego quanto os adoradores da vida noturna tem nessa cidade um ponto de permanência perfeito.
Morgana ainda afirma que assim como em outras cidades do litoral, em Piçarras também saem barcos e escunas em direção as ilhas da região. “O passeio dura em torno de 30 minutos, e a parada para banho está na Ilha Feia, que não faz valer o nome que tem, em virtude de sua grande beleza, o passeio proporciona visitar a famosa "Caverna do Diabo", uma gruta pouco explorada, mas muito bonita”.
A cidade fica próxima também ao maior parque temático da América Latina, o Beto Carreiro World. Localizado na cidade de Penha, o parque atrai turistas de todo o Brasil e agrada desde os pequenos até as grandes crianças que ainda existem dentro dos adultos. O passaporte para o mundo mágico sai de graça se o turista ir ao parque no dia do seu aniversário. Uma vez dentro do complexo, é possível se aventurar em torres de queda livre, montanhas russas, shows e até mesmo as brincadeiras mais tradicionais, como carrinho de choque. Tudo isso há apenas 40 minutos de Joinville.
Continuando viagem está a terra desejada por todos os baladeiros de plantão: Balneário Camboriú. Não é a toa que a cidade seja a segunda mais procurada em Santa Catarina por brasileiros de todas as regiões. Conhecida pelas casas noturnas Warung e Green Valley, sendo que a última foi eleita o terceiro melhor SuperClub do mundo, a região foi escolhida para abrigar a terceira franquia da balada Space, que existe apenas em Dubai nos Emirados Árabes e no Egito, e foi eleita por dez vezes consecutivas como a melhor balada do mundo. Que optar pela região não fica apenas rodeado de diversão, mas também está muito bem localizado para frequentar as praias com vistas maravilhosas como Laranjeiras, Taquaras, Estaleiro, Praia dos Amores e Praia Brava. A cidade sem dúvidas um prato cheio para todos os tipos de turistas.
A cidade ainda tem opções voltadas para o turismo ecológico. “As belezas de Balneário Camboriú, emolduradas pelo mar e a mata Atlântica, podem ser apreciadas em passeios diversos. Um dos mais procurados é o teleférico do Parque Unipraias, que leva ao topo de uma montanha e termina na praia de Laranjeiras. No meio do passeio, o turista pode descer na Estação Mata Atlântica, apreciar as vistas proporcionadas através de mirantes e passeios ecológicos. Para quem gosta de adrenalina, vale a dica do trenó de montanha - Youhooo - corta 710 metros de mata, atingindo uma velocidade máxima de 60 km/h em meio a descidas, subidas e curvas sinuosas ou um percurso suspenso do arvorismo que possui 12 obstáculos como tirolesa, falsa baiana e rapel”, completa a turismóloga.
Mas se a preferência for ficar perto do agito, porém não dentro dele, a cidade ideal é Itapema. Descendo o Morro do Boi, com uma das vistas mais privilegiadas do estado para os motoristas, está uma cidade que fica apenas 15 minutos distante da baladação e que é o refugio perfeito para passar os dias na tranquilidade apenas apreciando bons frutos do mar. Os melhores restaurantes das especiarias no norte do estado estão ali, com uma vista linda de frente para o mar. Como o Vieira’s e Martinho’s Restaurante.
Chegando a nossa capital, o principal local para fugir dos congestionamentos e curtir as férias em um lugar com acesso fácil a mercados, bares e restaurantes é a Barra da Lagoa ou a Praia Mole, com fácil acesso a vida noturna da Lagoa da Conceição.
Com essas dicas o seu verão não vai passar em branco. Seja para pegar uma cor, se divertir com a família inteira ou apenas curtir umas boas noitadas, perto de Joinville estão as melhores opções de litoral do Brasil.
:: por Leila Vieira :: 9:58 AM ::
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Terça-feira, Dezembro 06, 2011
Não importa o quão bem você esconda seus sentimentos. Não importa quanto tempo passe. Algumas coisas o tempo não cura, algumas pessoas simplesmente são impossíveis de esquecer. Você pode deixar o sentimento adormecido, se ludibriar com falsas novas esperanças, arrumar escapatórias para simplesmente ignorar o que aquela pessoa realmente significa. Mas chega o momento onde uma música toca a sua alma, e quando o primeiro acorde começa, e você reconhece o que está por vir, é impossível impedir as lágrimas de encharcarem o seu rosto e a sua mente com belas lembranças. E nesse momento, onde você relembra de todas as palavras, de como o coração pulou uma batida durante aquela SMS, você percebe que não só não superou, como parece impossível seguir em frente com esse sentimento de algo incompleto dentro de você. With or Without you, certo? I just can’t live, either way, at least, not as happy as I want to live.
:: por Leila Vieira :: 12:55 AM ::
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Domingo, Novembro 20, 2011
Neste Natal...
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:: por Leila Vieira :: 1:36 PM ::
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Segunda-feira, Outubro 17, 2011
HDTV É ISSO, UMA PORCARIA
Como você se sentiria se um completo estranho entrasse na sua casa, com um colega de trabalho, e ficasse especulando por trás das portas: “A dona saiu? Ela está no andar de baixo? Acho que está só a empregada, né?”.
Ou ainda se ele fosse até um canto falar ao celular dizendo: “Ow cara, me vê aquela peça lá que eu vou precisar, mas pega sem o meu cunhado saber, ok?”.
No mínimo desconfiado, certo? Pois é, esses são os prestadores de serviço que a Sky envia até a casa de seus clientes. Depois de 13 anos como clientes, migrados forçadamente da saudosa Directv, que falhava um pouco em dias de chuva, mas nunca deu grandes problemas – para a já citada empresa, que paga como garota propaganda a top model mais famosa do mundo, mas não tem competência de arcar com as consequências de uma grande campanha publicitária e atender a demanda dos clientes; estamos nos vendo as voltas com milhares de problemas não solucionáveis.
Eu sei que o problema é de fato a empresa contratada pela Sky para prestar a assistência na minha região, mas acontece que com o nome estabelecido no mercado eles não poderiam simplesmente fazer a egípcia e ignorar as reclamações, deveriam sim ir atrás de entender o que está acontecendo com a prestadora de serviços, fazer uma auditoria, uma pesquisa de satisfação que seja! O desserviço prestado pela Hangsat em Joinville é única e exclusivamente responsabilidade da Sky no Brasil.
Com uma fatura de R$500 ao mês, e conseguindo assistir aos programas desejados apenas 25% do tempo que eles deveriam estar disponíveis, eu não posso deixar de pensar que para a empresa o que conta é apenas o dinheiro que cai no fim do mês para eles e não a real satisfação. E se “HDTV é isso” eu prefiro continuar com uma anteninha local e com uma imagem cheia de fantasmas, é muito mais econômico e eu JÁ TENHO A CERTEZA DE SER RUIM. Diferentemente de um renomado fornecedor, ao qual você paga absurdos e espera que em troca receba no MÍNIMO um sinal de satélite DECENTE.
Mas esse é o Brasil, onde a mão-de-obra pode até ser qualificada, mas o que vale é o retrabalho, para garantir o plus no fim do mês, não é mesmo? Onde você tem que deixar incompetentes entrarem na sua casa, realizar o pior serviço do mundo, e ainda jogar na sua cara a frase: “pois é, a Sky manda essa porcaria de antena pra gente, não podemos fazer nada”, é um jogando nas costas dos outros, até o dia em que você perde a paciência, diz que vai cancelar uma das contas que possivelmente esteja entre as mais antigas da empresa e eles consigam finalmente “resolver” o que geralmente é muito simples, mas não é executado por falta de interesse.
Aí eu pergunto, que piada de mau gosto é essa? Até a Gisele Bündchen bancando a doméstica resolveria o meu problema, porque a Sky, diante de tantas reclamações, simplesmente não desloca a minha casa uma equipe da capital mais próxima e que possa realmente resolver o meu problema? Enquanto as respostas não vêm eu vou continuar aqui, esperando sentada e reclamando. Estou no meu direito, eles é que não estão cumprindo com os deveres.
:: por Leila Vieira :: 10:45 PM ::
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Domingo, Outubro 16, 2011
Como perceber que a vida não é uma comédia romântica
1. Ao invés de se divertir tomando um drink em uma balada com suas amigas, você prefere ficar em casa vendo novelas da Globo.
2. Você se formou com louvor, mas não consegue o emprego dos sonhos.
3. Você não conhece pessoas que vão mudar sua vida em filas de: cinema, mercado ou circo.
4. Nenhum grande amor bate a sua porta ou um velho amigo te liga dizendo que está com saudade enquanto você está vendo um programa de tv lamentável em um domingo a noite.
5. Os anos passam e nada muda.
6. Você não tem amigos que fazem intervenção na sua casa, na grande maioria dos casos eles te aconselham pela internet enquanto atualizam suas piadas no 9gag.
7. Seu ex-namorado, que você acredita ser o amor da sua vida, sumiu e nunca mais vai voltar, não importa o quanto você chore e ache que ele é o homem da sua vida.
8. Você não tem nenhum melhor amigo super, mega, bláster gato que vai se revelar terrivelmente apaixonado por você e vai te livrar de um cara que você se apaixonou, mas é um grande charlatão.
9. Caso alguém esbarre em você, não vai te ajudar a pegar seus pertences no chão e transformar toda sua vida naquele exato segundo, ele vai passar reto e te xingar.
10. Mensagens inesperadamente românticas, flores ou qualquer tipo de demonstração de amor simplesmente não existem.
E a melhor de todas:
11. Ao invés de morar em Nova Iorque você mora em Joinville.
:: por Leila Vieira :: 8:25 PM ::
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Sexta-feira, Outubro 14, 2011
Voltando atrás
Enquanto fã de Backstreet Boys é muito difícil de dizer isso, mas comecei a gostar do Justin Timberlake. Pois é, por anos resisti à suas músicas, que até hoje não acho lá grandes coisas, mas me rendi com sua última atuação em Hollywood.
O cara é realmente um camaleão. Depois de anos de sucesso, de arrancar suspiros de adolescentes do mundo inteiro, passar de garotinho de boy band a produtor musical, ele resolveu migrar para a sétima arte e... Não é que deu certo?
Confesso que assisti apenas três dos quinze – sim, quinze – filmes que ele já participou. Claro, em duas animações que assisti, Shrek, não pude escutar sua voz, já que eram dublados.
Em Social Network eu sequer prestei atenção na presença dele, era minha rixa pessoal entre BSB e NSync que não me deixava reparar, em Bad Teacher achei engraçado o seu papel e comecei a perceber que o dom de atuação dele era melhor que do Gianechini em começo de carreira, e em Friends with Benefitsfinalmente me entreguei.
A atuação de Justin ao lado de Mila Kunis é uma das mais engraçadas que eu vi até hoje em comédias românticas. Me diverti muito além do que eu costumo rir com filmes de par romântico de Kate Hudson e Matthew McConaughey.
Claro, o roteiro divertido e bem amarrado ajuda, mas a atuação é essencial para fazer com que os espectadores se apaixonem ou não pelo filme. E eu me apaixonei. Não daquele jeito “quero essa história na minha vida”, mas me apaixonei pela panaquice do Justin, suas caras e bocas e pela química que ele desenvolveu em set com sua parceira.
Como fã de Backstreet Boys eu posso me arrepender desse post no futuro, mas o que é bom a gente tem que reconhecer, e eu, que sempre falei tão mal do principal rival dos meus queridos garotos da rua de trás, finalmente assumo que errei, e que o cara é simplesmente um grande artista.
:: por Leila Vieira :: 2:28 PM ::
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Sexta-feira, Outubro 07, 2011
ESSE POST CONTEM MUITOS, MUITOS, MUITOS SPOILERS.
Final Destination 5 - “Death doesn’t like to be cheated”
Como não poderia deixar de ser, na última semana fui ao cinema assistir o quinto filme da franquia que inspirou o nome do meu blog, Final Destination. Premonição é para mim o que Star Wars representa para os nerds. Claro, não tem toda a beleza de BONS efeitos especiais, ou uma história inovadora a cada capítulo da saga, mas não importa. Os filmes ruins de terror são os meus preferidos e Premonição é sem sombra de dúvidas um marco na minha vida.
Como nas versões anteriores, em Final Destination 5 a morte persegue um grupo de 8 pessoas, colegas de trabalho da empresa Presage a caminho de um retiro, que sobrevivem a queda de uma ponte, quando (oh!) um dos destinados a morrer tem uma visão e resolve bater em retirada da cena de seu sonho. O que se segue é um interrogatório policial como no primeiro filme e a morte de cada um dos sobreviventes justamente na ordem em que deveriam ter encontrado seu fim naquele desastre da ponte. Os meios largamente utilizados pela Dona Morte são sempre os mesmos, água, fogo, vento e o azar dos bobinhos que nós sabemos que vão morrer de qualquer jeito.
Todos os elementos dos filmes anteriores estão lá, as visões, a premonição logo no começo do filme, o mocinho tanso que passa a ser suspeito, os caminhões de tora, as mortes nojentas com cenas dispensáveis, que passaram a figurar na trama a partir do segundo filme, mas, diferente do quarto filme – que foi o maior lixo que eu já vi na vida – Premonição 5 voltou a me surpreender.
As mortes não são mais tão previsíveis como a da moça que foi se bronzear e a máquina a trancou, morrendo queimada viva. Não, agora quando você acha que o personagem já morreu por ter caído por cima das suas agulhas de acupuntura, ou que ele vai morrer queimado pelo fogo que tomou conta da sala do SPA, a morte dá uma tacada de mestre e joga um Buda pesadíssimo em sua cabeça para estourar os seus miolos, jorrando sangue na direção do público. Fantástico. Alias, Premonição 5 em 3D valeu muito mais o dinheiro pago do que Lanterna Verde, pode não ter o Ryan Reynolds, mas cada pedaço de miolos, estilhaços de vidro e canos ensanguentados voando na minha direção foi muito mais legal do que o cara gostoso vestido de macacão grudadinho, em primeiro plano.
Os mais aficionados em cinema vão começar a perceber pequenos detalhes que levam ao grand finale. O inesperado desfecho, ao clímax que de certa forma une todos os filmes da franquia. Uma faixa na parede de um ginásio e um modelo antigo de Motorola são apenas alguns elementos que evidenciam que o filme não se passa nos anos atuais e sim alguns anos antes do primeiro filme. E a tosqueira característica atinge um novo patamar quando, na cena final, o casal de sobreviventes, que enganou a morte brilhantemente matando outra pessoa para ganhar os anos que restavam à vítima, entra no exato avião que imortalizou Premonição na mente de todos que assistiram ao filme. Sim, o casal de sobreviventes não só não escapa da morte como acaba morrendo no PRIMEIRO acidente do PRIMEIRO filme.
Sidney Prescot disse ao assassino do Pânico 4 a seguinte frase: “You don’t mess with the originals”, mas Final Destination 5 não só mexeu com o original como também fez um link brilhante que me deu um sorriso no rosto que durou por pelo menos 4 horas e me fez ter a certeza dos motivos pelos quais eu sempre quis trabalhar com cinema. Surpreender no fim aqueles que passam o filme inteiro adivinhando todos os clichês que estão por vir. Não vá ao cinema, mas alugue o DVD, risadas e nojeira garantida.
:: por Leila Vieira :: 10:38 AM ::
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Segunda-feira, Setembro 19, 2011
Final Destination
A real intenção desse blog já ficou há muito para trás. Falar sobre cinema. O nome “Final Destination” se refere ao filme que no Brasil é conhecido como “Premonição” e chega a sua quinta continuação esse ano, dez anos após o primeiro filme.
Por alguns anos essa plataforma serviu para impulsionar o meu sonho jornalístico, foi através dele que colaborei com a Revista Capricho, da Editora Abril. Ele já estampou inúmeros textos sobre decepções, algumas opiniões mal formuladas e os primeiros posts ainda evidenciam a época em que eu escrevia miguxes.
Revoltei-me, tive grandes índices de audiência para um blog do Blogger - alias, acomodada que sou e apegada as coisas do passado, nunca quis mudar de plataforma, por isso o layout desatualizado. Mas depois de formada me deparei por muitas vezes com um bloqueio criativo. Simplesmente não sei sobre o que escrever, e isso me consome. Vejo o Final ali, desolado, como se tivesse finalmente encontrado o seu fim, e tenho vontade de escrever, mas nunca sei bem sobre o que. Por vezes me falta a criatividade, quando não, tempo. Como fazer? Como administrar?
Alias sempre me pego a pensar se alguém realmente lê as minhas divagações, se aqueles textos, por mais incompletos, prestam alguma utilidade na vida de alguém ou se são apenas palavras que eu desesperadamente precisei jogar ao vento, assim como uma garrafa com um recado jogado ao mar. Não sei.
Escrever me traz calma e talvez esse seja o real motivo no Final Destination. Sua real utilidade é a minha terapia alternativa. E talvez por isso os dias e dias sem atualização me incomodem tanto.
Como provavelmente não faz diferença, deixarei esse texto assim, incompleto. Ele não encontrou o destino final dele, tampouco eu encontrei o meu.
:: por Leila Vieira :: 11:47 AM ::
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Terça-feira, Agosto 30, 2011
Pronta Entrega Jequiti
Como todos vocês já sabem meu maior sonho é conhecer o Silvio Santos e para isso eu passei a ser uma consultora Jequiti. Clientes e Consultores Jequiti tem a oportunidade de participar do Roda a Roda Jequiti, programa apresentado pelo Silvio todos os domingos. Lá, você tem a chance de concorrer até um milhão de reais, mas mesmo em casa você pode ganhar valores em dinheiro ou mesmo carros, já que os cupons recebidos a cada compra valem para todos os setores do programa.
Hoje estou aqui para apresentar os produtos que tenho disponíveis a pronta entrega :) Caso tenham interesse é só me enviar um e-mail: leila-vieira@live.com e agendar uma visita (se for na região de Joinville ou em Curitiba, no caso).
1 - Gloss Elas Fashion - R$10,90, 2 - Batom de Ultrafixação Durban - R$16,20, 3 - Mini Lápis Preto - R$8,90, 4 - Gloss Elas Atração - R$10,90, 5 - Batom Líquido - R$14,80, 6, 7, 8, 9 - Sombra Elas - R$9,90 cada
1 - Óleo Desodorante - R$48,80, 2 - Creme para Pentear - Cabelos Cacheados - R$19,30, 3 - Mini Sabonetes Sortidos - R$14,90, 4 - Desodorante Masculino Aire - R$23,60, 5 - Óleo Bifásico - Lichia e Amêndoas - R$33,80
:: por Leila Vieira :: 12:01 PM ::
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Terça-feira, Agosto 02, 2011
Gostinho de quero mais
Há quem faça utilização de cogumelos para as mais diversas artes, eu, particularmente, nunca gostei da especiaria, a menos que viesse acompanhada de um bom estrogonofe de carne preparado pela Dona Zenaide – senhora minha mãe. Ouvir a palavra shiitake já me causa um certo arrepio, mas, como boa gulosa que sou, não nego um teco da comida alheia – a menos que seja fígado ou dobradinha, daí eu nego mesmo.
E foi durante um momento experimentação no último sábado, que descobri qual seria o próximo tema de post “gastronômico” para o blog: exibidinho de cogumelo.
Encontrei o delicioso prato em São Paulo, no bar Tubaína. Como o nome do estabelecimento sugere, eles vendem todos os tipos de refrigerantes regionais do Brasil, se não todos, uma grande variedade. A minha escolha de bebida gasosa foi um Guaraná Jesus, afinal, R$8 em SP saía mais barato que uma viagem até o Maranhão para provar – alias, Maranhão está na minha lista de próximos lugares a visitar. A bebida me lembrou muito o Kienen sabor groselha que tomava na infância – refrigerante extinto que era fabricado em Jaraguá do Sul. Digo extinto já que nunca mais vi, se alguém souber do paradeiro atual, favor avisar. Bom, de Guaraná o Jesus não tem muita coisa.
Como eu não estava faminta, pedi um caldinho de feijão, enquanto minha amiga Karen e sua amiga Paula dividiam um exibidinho de cogumelo, prato sugestão da casa no dia. Diante da oferta para experimentar, peguei meu pratinho, olhei a mistura, um pouco desconfiada e provei um teco. Só não pedi um prato especialmente pra mim, pois, como já disse, não estava faminta. A mistura de batata ou mandioca com os cogumelos não só ficou saborosa como você nem se dá conta do que está comendo. A porção derretia na boca, e a mistura de sabores deixava aquele gostinho de quero mais. Por isso, a próxima vez que estiver em São Paulo, não vou deixar de ir Haddock Lobo, 74 matar a vontade que ficou de quero mais.

:: por Leila Vieira :: 6:54 PM ::
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Quinta-feira, Julho 28, 2011
Aquele com os Cheesecakes
Desde que assisti ao episódio “Aquele com os Cheesecakes” da sétima temporada de Friends, fiquei me perguntando se algum dia encontraria um doce que me encantasse tanto quanto aqueles cheesecakes agradaram Chandler e Rachel. O episódio começa com Chandler dizendo a Rachel que ele tinha acabado de receber na porta de casa o doce mais maravilhoso do mundo, e Rachel descobre que na realidade a entrega foi feita no apartamento errado, mas diante da glória divina proporcionada pela torta, eles passam o episódio inteiro furtando as encomendas da vizinha, vindas de Chicago.
Acontece que eu nunca gostei de queijo e imaginar um bolo feito com esse ingrediente com calda por cima – como se encontra na maioria dos restaurantes nacionais – não me parecia ser a melhor pedida. Diante da dúvida prerefia ficar com o garantido petit gateau.
Qual não foi minha surpresa então no dia que, ao encontrar um cheesecake maravilhoso, presente divino, me senti assim como Rachel e Chandler deveriam ter se sentido. Foi sentada em um dos bancos do Outback Steakhouse de Curitiba que, ao lado de minha querida amiga Hanna, tão fanática por Friends como eu, experimentei a glória dos céus. Foi ali que fiquei nas nuvens com os pedaços de creme que derretiam na boca e faziam a combinação perfeita com a calda de frutas vermelhas, quase escutei as palavras de Rachel descrevendo a maravilha encontrada na série. Eu poderia ficar sentada ali por horas saboreando um pedaço após o outro.
Depois da experiência indescritível até tentei procurar um cheesecake tão perfeito quando o do Outback em Curitiba, sempre sem sucesso. Nunca era cremoso o suficiente ou a calda não complementava a massa do doce. E é por isso que toda vez que consigo uma companhia, retorno ao Outback, da mesma forma como Rachel e Chandler retornavam a porta da vizinha, na esperança de vivenciar um momento gastronômico inesquecível.
:: por Leila Vieira :: 6:07 PM ::
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